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Carnaval de Belo Horizonte terá circuito gastronômico

 

Postado em 19-01-18 às 12h22

Carnaval Gastrô aproveita as festividades para exaltar a culinária mineira

A cadeia produtiva de Belo Horizonte está atenta ao crescimento do Carnaval. Com previsão de 3,6 milhões de foliões na cidade durante a festa, quase 40 bares e restaurantes se uniram para a realização de um circuito gastronômico. A ideia do Carnaval Gastrô é aproveitar a grande movimentação de turistas e belo-horizontinos no período momesco para promover a culinária mineira – um dos principais atrativos turísticos da cidade – e, com isso, impulsionar seus negócios.

“Bares e restaurantes costumavam fechar as portas na sexta-feira que precede o Carnaval pra só abrir após a Quarta-feira de Cinzas; hoje isso mudou”, afirma Ricardo Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-MG). O Carnaval Gastrô reúne 38 estabelecimentos, que oferecem pratos e petiscos a preços especiais no período carnavalesco. O projeto é da Abrasel em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur.

Márcia Nunes, proprietária do restaurante Dona Lucinha (matriz), que participa do festival com o prato ‘Cocoricó’, resume essa mudança de mentalidade no setor: “O Carnaval de três anos atrás foi um divisor de águas. Até então toda a equipe do restaurante ficava resistente em abrir, pois não havia movimento. De repente, tudo mudou: hoje a gente espera pelo Carnaval. A expectativa é positiva”. Para 2018 a projeção é de um aumento ainda maior no fluxo de clientes, impulsionado pelo crescente número de turistas na cidade no período. “Quem vem de fora quer conhecer a comida mineira, nós temos um movimento muito grande de turistas no Carnaval”, explica Márcia.

A aposta dos bares e restaurantes participantes do projeto é o grande público levado pelos blocos de rua. É o caso do Köbes Bar, no Santa Tereza, que vai servir o ‘Chicken Uai’: “Até três anos eu fechava o bar”, diz o proprietário Gustavo Alves. “Foi quando os blocos começaram a movimentar o bairro que passei a funcionar durante o Carnaval”. Com a mesma proposta, o Chef Túlio, também no Santa Tereza, apresenta o ‘Mexidão Carnaval’, para repor as energias dos foliões.

Localizado no Prado, o Agosto Butiquim adota uma estratégia diferente: “A gente tem uma ligação forte com o Carnaval, desde 2007, 2008... Já fizemos concursos de fantasias, concurso de Carmen Miranda, mas estamos longe da maioria dos blocos, então promovemos música ao vivo no sábado de Carnaval para buscar um público que quer uma folia mais tranquila”, explica o sócio-proprietário, Lucas Brandão, que participa com o prato Sereno do Serro.

Criatividade

Para atrair os foliões, alguns estabelecimentos usaram a criatividade para nomear seus pratos. O Assacabrasa batizou seu ‘tropeirinho com lombo e torresmo’ de ‘Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Feijão’. A Pizzaria Parada do Cardoso homenageou a escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense e vai servir a Pizza Imperial. Já a Choperia Redentor oferece o Jabá Porta-Bandeira.

Carnaval de Belo Horizonte 2018

O Carnaval de Belo Horizonte, que acontece oficialmente do dia 27 de janeiro a 18 de fevereiro, se tornou um dos mais surpreendentes do país. Para este ano, a expectativa é de 3,6 milhões de foliões, 20% a mais que em 2017.  Para se ter uma ideia, serão cerca de 480 blocos de rua com 550 desfiles.

Entre as novidades estão os nove palcos oficiais distribuídos entre as regionais, descentralizando ainda mais a programação na cidade. Além disso, melhorias estruturais acontecerão na Avenida Afonso Pena para o desfile das escolas de sambas e blocos caricatos. Pela primeira vez na história da cidade, a avenida será pintada de branco para valorizar as fantasias e adereços, assim como acontece nos sambódromos. No local será instalado ainda um cronômetro para a contagem do tempo dos desfiles.

A festa momesca em Belo Horizonte tem o patrocínio da Skol, parceira há cinco anos na folia da capital, e da Uber, nova incentivadora do Carnaval.


SERVIÇO

Carnaval Gastrô

De 21 de janeiro a 18 de fevereiro.

Preços variam entre R$ 10 e R$ 59.

Crea-Minas tem novo presidente

Postado em 18-01-18 às 11h45


- Lucio Borges é eleito para comandar o Conselho Mineiro no triênio 2018/2020. Além dele, foram escolhidos os responsáveis pelas 63 inspetorias presentes em todo o Estado -

O engenheiro civil Lucio Borges foi eleito pelos profissionais da área da engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia de Minas Gerais presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-Minas), gestão 2018/2020. As eleições ocorreram no dia 15 de dezembro de 2017 em todo o estado com a utilização de urnas eletrônicas. O engenheiro contou com o voto de aproximadamente 70% dos 8.904 eleitores que compareceram ao pleito. Lucio Borges será o sucessor do engenheiro civil Jobson Andrade, que presidiu a autarquia por dois mandatos consecutivos.

Os eleitores escolheram também os diretores regionais das Caixas de Assistência dos Profissionais dos Creas, a Mútua, além dos inspetores das 63 unidades de atendimento do Conselho em todo o estado. As eleições ocorreram nos Creas de todo o Brasil e também no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), com sede em Brasília.

Por meio de um convênio firmado entre o Crea-Minas e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), foram disponibilizadas 358 urnas, distribuídas em 106 cidades mineiras. Os equipamentos foram instalados na sede, em Belo Horizonte, nas inspetorias e nos escritórios de representação no interior, além de empresas, instituições de ensino e entidades de classe de todo o estado. 

Além do apoio de equipamento, houve ainda o apoio técnico com a presença em tempo integral, na sede do Conselho, de um funcionário do TRE durante toda a votação e apuração das urnas eletrônicas. A eleição também foi acompanhada, em grande parte do dia, pelo juiz eleitoral Renato Jardim. Nas inspetorias e locais de votação, onde havia cartórios eleitorais nas cidades, os funcionários do TRE deram apoio acompanhando, principalmente, a emissão da Zerésima e do Boletim de Urna, onde consta o resultado final da votação de cada urna.

Ações promovem inclusão social de comunidades atingidas pelo rompimento da barragem em Mariana

- Projetos realizados em parceria pela Emater-MG e Fundação Banco do Brasil melhoram qualidade e oferta de água -

BELO HORIZONTE (10/11/2017) - Dois anos depois do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana, várias ações estão permitindo que agricultores familiares da bacia do Rio Doce, com apoio da Emater-MG,  possam retornar às atividades econômicas e melhorar a qualidade de vida. Uma boa parte deste trabalho é feita com associações comunitárias que receberam recursos da Fundação Banco do Brasil.

A Fundação seleciona e financia projetos, via edital, para a geração de renda e inclusão social das famílias que foram impactadas pelo rompimento da barragem. Em Minas, a Emater-MG é responsável pela elaboração, execução e acompanhamento de 14 projetos comunitários na região, totalizando mais de R$ 2 milhões dos R$ 10 milhões da Fundação Banco do Brasil e BNDES, destinados a projetos na Bacia do Rio Doce.

Em São Pedro dos Ferros, um projeto de saneamento rural beneficiou 71 famílias da comunidade de Pirraça e região que trabalham com a pecuária leiteira, com apicultura e cultivam hortas, e frutas. “Os agricultores viram que o volume de água do córrego da Pirraça estava diminuindo e também estavam preocupados com a quantidade de dejetos domésticos que era despejada nele. A possibilidade de colocar o projeto de saneamento em execução beneficiou não só as residências, mas também a escola rural da comunidade e o posto de saúde”, segundo a extensionista de Bem-Estar Social da Emater-MG, Luíva Martins.

O valor do investimento social da Fundação BB e não reembolsável foi de R$ 250 mil. Os recursos foram utilizados para a compra de miniestações de tratamento de esgoto. A contrapartida da associação foi com o trabalho de escavação e limpeza dos terrenos para a instalação dos equipamentos. A Emater-MG ficou por conta de elaborar o projeto, acompanhar a execução e auxiliar nas prestações de conta.

O produtor Rodrigo Caldas Lisboa trabalha com apicultura e é vice-presidente da associação. Para ele, a implantação do saneamento rural despertou na comunidade o interesse em desenvolver novos projetos. “A melhoria que o saneamento nos trouxe teve também um lado educativo. Já está na nossa agenda fazer a recuperação de nascentes e instalar um viveiro de mudas. A ação da Emater-MG tem sido fundamental para nos auxiliar nestas iniciativas”, disse.

Barraginhas

No município de Dionísio, o trabalho que está sendo feito é a construção de barraginhas para captação e infiltração no solo da água de chuva. Grande parte da verba de R$ 246 mil foi utilizada para aquisição de uma máquina retroescavadeira. O dinheiro também é usado para compra de combustível.

“Estamos prestando toda a assistência na construção das barraginhas, com a marcação das áreas e orientação técnica. Foram feitas mais de 400. A meta é chegar a cerca de 700 barraginhas, beneficiando todo o município”, explicou técnico da Emater-MG no município, Nilton Martins.

Segundo ele, a ideia de desenvolver o projeto no município é antiga, mas faltavam recursos. “Os produtores daqui são muitos voltados para a questão ambiental. Quando surgiu a oportunidade de obter a verba, foi feita uma votação na associação para a escolha deste trabalho”.

O presidente da Associação Rural de Dionísio, José Vieira Pena, fala com empolgação do desenvolvimento do projeto. “É uma ótima coisa para nós. É a esperança de voltar com as nascentes que secaram. A Emater sempre fez um grande trabalho para o município. Mas este das barraginhas será o melhor de todos, será milagroso”, afirma.

O produtor conta que a aceitação com a construção as barraginhas tem sido muito grande. E, por isso, ela acredita que o número construído será muito maior do que o previsto no projeto. “Eu acho que em breve teremos mais de mil barraginhas aqui em Dionísio”.

Raul Soares

Não muito longe dali, no município de Raul Soares, a Associação Comunitária do Córrego de São Lourenço de Cima obteve R$ 171,5 mil para um projeto de saneamento ambiental. Os associados estão instalando as fossas sépticas adquiridas com o recurso. O projeto também prevê a proteção de nascentes e análise da água. Na área do córrego São Lourenço, cerca de 128 residências estão sendo beneficiadas. Mas o projeto também contempla famílias do córrego de Três Barras e Fundaça.

“Além da assistência nesses projetos da região, a Emater-MG continua também orientando os produtores em suas atividades agropecuárias, como produção de leite, cultivo de hortaliças, frutas, cana-de-açúcar e outros trabalhos”, informar o gerente da Emater-MG em Ponte Nova, Deonir Dall Pai.

 

Quatorze cidades mineiras oferecem nova escola de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo

- Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de vagas para o novo modelo de graduação do Brasil, o Híbrido Unicesumar -

Belo Horizonte, Nova Lima, Betim, Contagem, São Lourenço, Vespasiano, Divinópolis, Ibirité, Itabira, Ipatinga, Pará de Minas, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas e Varginha são as 14 cidades mineiras escolhidas pela Unicesumar para serem as primeiras do país a oferecer o novo modelo Híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo. Minas Gerais é o estado brasileiro com o maior número de vagas para os novos cursos. “É um reconhecimento da nossa instituição ao papel fundamental que o professor Aécio Lira, da Escola de Engenharia da UFMG, e outros professores de instituições de prestígio tiveram no processo de desenvolvimento do novo modelo híbrido”, afirma Wilson de Matos Silva, reitor da Unicesumar, que participa do lançamento oficial do Híbrido Unicesumar em Minas Gerais no próximo dia 20 de novembro, em Belo Horizonte.

A Unicesumar uniu o melhor da educação a distância e o melhor da formação presencial para criar o primeiro modelo híbrido de ensino de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, o novo modelo nasceu da troca de experiências de professores renomados de Engenharia do país. Juntos, descobriram um novo significado para o ensino oferecido até hoje, seja no modelo presencial, como na educação a distância. “Nossa inquietação inicial foi a alta evasão escolar, a má qualidade da maioria dos cursos existentes – uma calamidade –, a baixa empregabilidade dos recém-formados e o comprometimento da indústria nacional num futuro bem próximo”, conta o professor Aécio Lira, um dos criadores do Híbrido Unicesumar.

Depois de 30 anos como professor da UFMG, onde ocupou a diretoria da Escola de Engenharia, e 13 anos de atuação no ensino privado, Lira constatou uma “crise nacional” na formação de engenheiros no Brasil. “A cada ano, cerca de 300 mil novos alunos ingressam nas centenas de faculdades de Engenharia no país. De cada 100 alunos que entram na faculdade, apenas 35 concluem o curso. E dos cinco mil cursos de Engenharia existentes no Brasil, apenas 19% têm nota 4 ou 5 no Enade, contra 51% com notas 1 e 2. O ensino de Engenharia no país só cresce em quantidade, mas não em qualidade; um verdadeiro caos”, explica.

Segundo Lira, essa realidade faz com que o primeiro critério de seleção de novos engenheiros para o mercado de trabalho seja a instituição na qual se formou. “Quem não é formado por uma das instituições que compõem esse grupo dos 19% dificilmente consegue uma boa colocação, o que faz com que aumente a cada ano o número de engenheiros desempregados ou subempregados no país”, afirma.

Diante dessa realidade, Lira começou a buscar parceiros para criar um novo modelo de formação de engenheiros no Brasil. “Bati em muitas portas, mas só encontrei as condições necessárias para desenvolver esse projeto na Unicesumar. A partir daí, conhecemos profundamente os modelos híbridos existentes nos Estados Unidos, no MIT, Stanford, Berkeley, Olin College, Purdue, Illinois/Urbana, Iowa State University e Northeastern University, e nos Institutos Indianos de Tecnologia, na Índia, que são muito avançados nessa área. Após isso, reunimos os melhores profissionais das melhores instituições federais e públicas de ensino de São Paulo. Depois, validamos o modelo híbrido junto às principais entidades do setor”, conta Lira.

Entre os profissionais que participaram da construção do Híbrido Unicesumar e de seus conteúdos, estão os professores José Roberto Cartilho Piqueira (POLI/USP), Luis Ricardo Arruda de Andrade (POLI/USP), Ricardo Fragelli (UNB/Universidade de Brasília), Abdias Magalhães Gomes (UFMG), Gal. Barroso Magno (IME), Cláudio Pessoa (FUMEC), George Jamil (FUMEC), Jorge Van Dal (Unicesumar) e Cláudia Herrero Martins Menegassi (Unicesumar). Contribuiu também nas discussões e análise o professor Alessandro Moreira, diretor da Escola de Engenharia da UFMG.

“Nos próximos dez anos, o Brasil vai viver uma nova realidade na formação em Engenharia, e a Unicesumar estará à frente nesse novo momento histórico, que terá grande impacto no desenvolvimento da indústria nacional e formará uma rede educacional indutora do desenvolvimento municipal sustentável nas áreas de infraestrutura e urbanismo. Esse é um modelo inspirador, que será copiado e replicado”, assegura Lira.

Como funciona

O Híbrido Unicesumar é a nova escola de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo do Brasil, que utiliza técnicas pedagógicas presenciais e a distância. É uma metodologia inovadora que oferece qualidade de ensino, tecnologia educacional de ponta, garantia de aprendizagem, material didático próprio e estrutura física nos polos escolhidos para receber o modelo Híbrido, oferecendo salas de aulas modernas e laboratórios físicos e virtuais, com recursos em realidade aumentada e práticas programadas.

O Híbrido Unicesumar oferece cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Civil, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Arquitetura e Urbanismo, todos com cinco anos de formação. O ano letivo será dividido em quatro módulos, com duração de dez semanas cada e duas disciplinas por módulo.

A semana de aula está estruturada para seis dias de atividades, sendo três dias de autoestudo, um dia de aula ao vivo (transmitida via streaming live) e dois dias de encontro presencial no polo e/ou prática laboratorial também no polo. Todas as atividades presenciais terão controle de frequência de no mínimo 60% de presença.

O Híbrido Unicesumar foi estruturado a partir de metodologias ativas, com aprendizagem baseada na reflexão sobre a experiência, em projetos, solução de problemas e em timing. A metodologia reúne ainda o ensino dirigido e por pesquisa, estudos de caso, gamificação e peer instruction (instrução entre pares).

A sala de aula no modelo Híbrido é invertida. Antes das aulas, o aluno prepara-se sobre o tema. Durante as aulas, ele pratica os conceitos aprendidos. Depois das aulas, revisa o conteúdo e estende seu aprendizado.

No início de cada disciplina, o estudante conhece a sua trilha de aprendizagem, visualizando onde está e aonde vai chegar. Trata-se de um mapa mental que o ajuda a orientar as dez semanas de estudos.

A pré-inscrição para os seis cursos (Engenharias Elétrica, Civil, Mecatrônica, Mecânica e de Produção e Arquitetura e Urbanismo) já pode ser feita no site da Unicesumar (www.unicesumar.edu.br). O processo seletivo está aberto e as aulas começarão em 19 de fevereiro de 2018.

Uma aposta no futuro

A Unicesumar, um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, está investindo R$ 100 milhões na pesquisa, desenvolvimento e implementação do modelo Híbrido. Segundo o pró-reitor de EAD da Unicesumar, William de Matos Silva, os investimentos da instituição incluem gastos em pesquisa, desenvolvimento de tecnologia educacional, formação de equipe e criação dos novos laboratórios nos polos de EAD que oferecerão o Híbrido Unicesumar.

O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, afirma que este é um investimento no futuro do Brasil, especialmente nos setores que mais demandam por profissionais qualificados para o desenvolvimento do país: energia, telecomunicações e tecnologia. “Reinventamos a forma de ensinar Engenharia e Arquitetura e Urbanismo, porque temos tradição em educação e qualidade de ensino. Por isso, criamos um modelo disruptivo e inovador”, destaca.

Além dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento do novo modelo, a Unicesumar está investindo nos polos de EAD que oferecerão o Híbrido. Nesse primeiro ano, o novo modelo está sendo oferecido em 15 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

O lançamento oficial do Híbrido Unicesumar em Minas Gerais será realizado no dia 20 de novembro, às 18h30, na Sociedade Mineira de Engenheiros, Rua dos Timbiras, 1514, Centro, Belo Horizonte (MG). O evento reunirá convidados das 13 cidades mineiras que receberão o novo modelo de ensino da instituição.

Hoje, a Unicesumar possui 221 polos de EAD, 90 mil alunos, 3 mil colaboradores e presença em todos os estados brasileiros. A instituição iniciou suas atividades em educação a distância em 2006, com 266 alunos matriculados em três cursos de Graduação: Gestão Financeira, Gestão Comercial e Recursos Humanos. Atualmente, são 43 cursos de Graduação (Bacharelado, Licenciatura e Tecnólogo) e 83 cursos de Pós-Graduação, além de cursos livres e cursos.

UFMG inaugura Centro de Convivência Negra

Nesta sexta-feira, 27 de outubro, a partir das 14h, será inaugurado o Centro de Convivência Negra da UFMG. O evento acontecerá no auditório Professor Baesse, no 4º andar da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), no campus Pampulha. O Centro será um espaço para que a comunidade negra possa conviver e traçar planos e estratégias de enfrentamento para o racismo e racismo institucional, além de refletir e atender demandas do impacto do aumento da população negra na universidade. A ideia é que o Centro seja o primeiro de muitos que possam surgir nas unidades da Universidade. A iniciativa conta com o apoio das pró-reitorias de Extensão e de Assuntos Estudantis da UFMG.

O Centro de Convivência Negra foi organizado por um coletivo de estudantes formado no último movimento de ocupações da Universidade. À época, os alunos reivindicaram um espaço em que as pessoas negras, incluindo trabalhadores e comunidades vizinhas, pudessem se encontrar e trocar experiências, também para facilitar a permanência na Universidade.

Desde que foi criado, o coletivo vem promovendo atividades como estudos gratuitos e afrocentrados de língua inglesa, aulas de capoeira e oficinas de produção de bonecos.

Participam do evento de inauguração os professores Rodrigo Edinilson de Jesus, pró-reitor adjunto da Pró-reitora de Assuntos Estudantis (Prae), Cláudia Andrea Mayorga Borges, pró-reitora da Pró-reitoria de Extensão (Proex), Orestes Diniz Neto, diretor da Fafich e Vanicléia Silva Santos (Fafich).

A sede do Centro de Convivência Negra funcionará na sala F-1058, no 1º andar da Fafich.

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