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Estaleiro Rio Grande prestes a fechar as portas

A situação dos estaleiros da cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul,a cada dia que passa e as obras vão sendo concluídas, vai entrando em alerta vermelho. Há poucos meses do final do ano, a tendência é que todo aquele complexo desenvolvido a duras penas, se torne uma área fantasma, sem empregos. Na última semana, o Estaleiro Rio Grande, da Ecovix, voltou a demitir. Desta vez, mais 70 funcionários ficaram sem emprego. No momento, o Ecovix já está inoperante e sem novas encomendas à vista. Apenas as áreas de administração e manutenção estão atuando.

A medida pegou os trabalhadores de surpresa. Apenas cerca de 60 pessoas ficaram atuando no estaleiro e não se descarta a possibilidade que mais desligamentos ocorram brevemente. A expectativa é que a Cosco, da China, entre no estaleiro como uma empresa possivelmente investidora no empreendimento gaúcho, o que daria um novo fôlego ao Estaleiro Rio Grande. A Ecovix encontra-se em meio a um processo de reestruturação capitaneado pelo Banco Brasil Plural.

A Gerdau, até o final deste mês, deve cortar os módulos da plataforma de petróleo P-72 para utilizá-los como sucata. A empresa participa do processo de licitação, ainda em andamento, para a compra de sucata do Estaleiro Rio Grande. A Plataforma P-71, que tem praticamente metade das obras realizadas, foram interrompidas em dezembro. Nesse mesmo mês, a Ecovix demitiu cerca de 3,2 mil funcionários. Atualmente, no polo naval gaúcho estão sendo implementadas a P-75 e a P-77, no estaleiro da QGI, localizado em Rio Grande, e a P-74, pelo grupo EBR, em São José do Norte. Essas duas obras deverão ser concluídas até o primeiro trimestre de 2018.

Três dicas para manter a saúde das empresas em tempo de recessão

O ano de 2017 está sendo marcado por uma série de eventos negativos no campo político e econômico. A corrupção foi desvendada em níveis nunca imaginados, seguidos de desconfiança das decisões judiciais que envolvam esses crimes políticos, bem como do total descontentamento para com nossos representantes em todos os níveis, o que leva a indicadores apontando para um cenário de retração. Nesse contexto, é exigido das empresas um esforço muito maior para manter a competividade e produtividade.

O termo “empresas estressadas”, já comumente usado nos Estados Unidos e Europa, designa companhias em situações de dificuldades financeiras pelas mais diversas situações. Alguns problemas, de acordo com a advogada e especialista em recuperação de empresas, Dra. Mara Denise Poffo Wilhelm, sócia da Wilhelm & Niels Advogados Associados, partem de seus próprios líderes, que se encontram totalmente desorientados pelos resultados que a companhia apresenta e transferem essa pressão para a sua equipe. “Em situações de grande estresse, pode levar à tomada de decisões errôneas ou inconsequentes, ocasionando o agravamento da crise e da situação financeira da empresa”, explica. O resultado é um caos diário na gestão e na operação da empresa. Com esse clima, pequenos problemas do dia a dia podem se transformar em grandes, ante a situação precária e nervosa que contaminou toda a empresa, levando a resultados ainda piores.

Mas, como manter uma empresa saudável, evitando o estresse da empresa? Dra. Mara dá algumas dicas. Confira:

1 – Manter-se em constante vigília e acompanhar os resultados da empresa: é imprescindível que os gestores tenham sempre acesso aos resultados da empresa, e que realizem a análise contábil e financeira destes. Projetar e simular com base em diversos resultados, sejam as metas positivas ou negativas, considerando as piores hipóteses possíveis. Essas atitudes possibilitam que os momentos difíceis sejam previstos com antecedência, permitindo um tempo maior ao gestor para se programar para resolver o problema considerando aquele cenário projetado. “Por mais que seja difícil projetar cenários, esse é um exercício de extrema importância para as empresas que desejam estar preparadas para qualquer situação, inclusive numa retomada da economia”, afirma Mara. Para a especialista, é importante manter cenários e simulações para diferentes níveis de fluxo de caixa, por exemplo, e, assim, preparar-se para todos os tipos de desafios, trançando estratégias para o crescimento da empresa ou para reverter situações negativas.

2 – Tenha uma equipe qualificada: a empresa precisa estar em constante inovação e, para isso, a sua equipe precisa acompanhar essa necessidade de crescimento. Precisa estar preparada para as mudanças e ajudar o gestor com dicas, ideias, apresentando resultados. O comodismo de alguns funcionários, preocupados apenas em realizar minimamente suas funções, sem buscar aperfeiçoamento, é fator de retrocesso nas empresas. As equipes precisam estar sempre prontas para os novos desafios da empresa. Isso vale também para os terceirizados, a salientar, consultores, contadores, advogados, representantes comerciais. Enfim, a especialização dos profissionais em cada área proporciona segurança ao gestor na condução de seus negócios e decisões.

3 – Fique atento às oportunidades: o período turbulento irá passar, pois a economia é cíclica. Essas oportunidades podem ser tanto relativas a crescimento, como por exemplo: fusões, aquisições, ou mesmo mudança de segmento produtivo, localização estratégica da empresa ou criação de novas unidades, tanto no país como fora dele. Já para empresas em crise mais profunda, a oportunidade pode estar em uma grande reestruturação nos negócios, analisando-se diversos fatores, dentre eles, a margem de contribuição de seus produtos e a descontinuidade da linha. Se não for possível reverter os resultados, a diminuição nos custos, e, inclusive, a venda de ativos deve ser considerada, segundo Mara. Há, ainda, o benefício legal da recuperação judicial, que proporciona um “fôlego” nas finanças empresariais e que, se bem assessorado, pode colocar novamente a empresa “nos trilhos”, pois, permite a repactuação de suas dívidas junto aos credores para pagamento de acordo com a sua realidade, ou seja, segundo o seu fluxo de caixa (capacidade financeira).

Oportunidades

Por outro lado, conforme explica Mara, sempre em momentos de crise no país ou em determinado segmento, podem ocorrer excelentes oportunidades para gestores e suas empresas que estão consonância e preparados para crescimento, bem como aqueles que conseguiram superar o estigma da “empresa estressada”. “Diariamente, surgem oportunidades de negócios, muitos deles oriundos até de seus próprios concorrentes que não buscaram a ajuda para superar a crise, quer seja comprando parte de seus ativos por preços atrativos, ou mesmo aproveitando brechas no mercado oriundo do mau atendimento ou da falta de qualidade dos produtos de seus concorrentes”, destaca Mara. Sempre que uma empresa sucumbe (quebra), abre espaço para outra tomar o seu lugar e crescer. “Então, esteja preparado para ocupar esse espaço”, destaca a especialista.

Empresários estão confiantes com o Dia dos Pais

Dia dos Pais (13 de agosto) marca a abertura do calendário de datas comemorativas do segundo semestre no ano. Apesar de ainda haver certa cautela dos consumidores nas compras, o sentimento em relação ao período é de confiança, uma vez que a data gera um impacto positivo para mais da metade (52,9%) do comércio varejista, em diversos segmentos. Neste ano, 47,9% dos empresários de Belo Horizonte apostam no crescimento das vendas, de acordo com pesquisa elaborada pela Fecomércio MG. Esse é o melhor resultado dos últimos três anos: em 2014, 43,1% tinham essa mesma perspectiva, ante 28,1%, em 2015, e 37,8%, em 2016.

O valor afetivo (17,4%), otimismo/esperança (12%) e a melhora na economia (9,8%) foram os principais motivos apontados para as boas expectativas. “A celebração coincide com as liquidações de inverno e a chegada de novos produtos ao mercado, então também tem uma força sazonal. Além disso, a conjuntura econômica do país, principalmente em relação aos três anos anteriores, é mais positiva, com recuo da inflação, juros mais baixos e um menor comprometimento da renda das famílias”, avalia o economista da Federação, Guilherme Almeida.

Do lado dos clientes, o estudo da entidade aponta que quase 37% irão presentear neste Dia dos Pais, sendo que a maioria (66,4%) pretende gastar menos em relação ao ano passado. O tíquete médio estimado é de até R$ 100 para 74,4% dos consumidores. “O percentual de pessoas que afirmou que vai às compras caiu. Porém 50,2% dos entrevistados disseram que não têm a quem dar presentes, e outros 23,8% não têm esse costume. São questões pessoais, não econômicas”, analisa Almeida.

As promoções serão o grande atrativo (80,3%) para o consumo, seguidas por preços baixos (28,6%) e atendimento diferenciado (17%). A lista de artigos mais procurados inclui roupas (47,6%), calçados (16,3%) e itens de perfumaria (8,8%). Os eletrodomésticos e eletroeletrônicos, que ocupavam o quarto lugar nessa relação, caíram para o oitavo lugar, tendo interesse para apenas 2% dos consumidores. Entre as formas de pagamento, 68,3% dos entrevistados optarão por quitar a compra à vista, no dinheiro ou no cartão de débito.

 

Cheques devolvidos atingem o menor nível desde setembro de 2014

O número de cheques devolvidos (segunda apresentação por falta de fundos), como proporção do total de cheques movimentados, atingiu 1,83% em junho, registrando redução significativa em relação a junho de 2016 (-0,28 ponto percentual). Com isso, o percentual atinge o menor nível desde setembro de 2014, quando foi de 1,80%. Os dados foram divulgados hoje (31), em São Paulo, pela Boa Vista Serviços, empresa de informações de crédito.

Na comparação mensal, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados também obteve queda (em maio, o nível foi de 2,11% frente a abril), sendo o resultado decorrente da diminuição de 20,5% dos cheques devolvidos e retração de 8,2% para os cheques.

 

 

Em queda: cheques devolvidos em junho atingiram 1,83% contra 1,80% de setembro de 2014Agência Brasil

Dólar fecha julho perto de R$ 3,12 e atinge o menor valor desde maio

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Em dia de tranquilidade no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou em baixa e encerrou julho com a maior queda em mais de um ano. O dólar comercial encerrou na segunda-feira,31, vendido a R$ 3,118, com baixa de 0,52%. A cotação está no menor valor desde 16 de maio (R$ 3,096), antes do agravamento da crise política.

Com o desempenho de hoje, o dólar fechou julho com baixa de 5,87%, a maior desvalorização mensal desde junho do ano passado, quando tinha caído 11,05%. Em 2017, a divisa acumula retração de 4,06%.

O mês terminou com ganhos no mercado de ações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o dia com alta de 0,65%, aos 65.920 pontos. Em julho, a bolsa subiu 4,8%, o melhor desempenho mensal desde janeiro (7,38%). O indicador acumula ganhos de 9,45% no ano.

A queda do dólar não se repetiu com o euro. A moeda continua valorizada e encerrou julho vendida a R$ 3,692. Em 17 de maio, antes do agravamento das incertezas políticas, a divisa estava sendo vendida a R$ 3,502.

Faturamento da indústria acumula queda de 5,9% no primeiro semestre, diz CNI

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

 

O faturamento industrial acumulado no primeiro semestre de 2017 é 5,9% menor que o registrado no mesmo período de 2016,  segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As horas trabalhadas na produção recuaram 3,3%, o emprego teve queda de 3,9% e a massa real de salários encolheu 3,5%. Já o rendimento médio real do trabalhador subiu 0,5%, especialmente por causa da queda da inflação.

“Embora o prolongado período de queda da atividade e de piora do mercado de trabalho tenha ficado para trás, os indicadores industriais ainda não mostram recuperação”, informou a CNI, na pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (1º).

Os dados apontam que o segundo trimestre deste ano foi caraterizado pela oscilação da atividade e do emprego. Segundo a CNI, em abril, os dados foram majoritariamente negativos; maio havia revertido esse desempenho; e junho encerra o trimestre com queda do faturamento, horas trabalhadas, utilização da capacidade instalada e do emprego. Rendimento e massa salarial em termos reais, por outro lado, cresceram durante todo o trimestre, como resultado da queda da inflação.

Indicadores de junho“Essa oscilação faz com que a atividade industrial e o emprego mantenham-se em patamares inferiores ao já fraco ano de 2016”, diz a pesquisa.

Segundo a CNI, o faturamento da indústria brasileira caiu 2,4% e as horas trabalhadas na produção tiveram uma queda de 1,3% em junho na comparação com maio, nas séries livres de influências sazonais.

De acordo com a pesquisa, o emprego na indústria diminuiu 0,2%. Por outro lado, a massa real de salários subiu 0,7% e o rendimento médio real do trabalhador aumentou 1,6% em junho frente a maio, na série de dados dessazonalizados.

A utilização da capacidade instalada em junho deste ano ficou em 77%, abaixo dos 77,3% registrados no mesmo mês de 2016, considerando os dados dessazonalizados. Com isso, a ociosidade da indústria subiu para 23%.

Também foi divulgada hoje a Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados indicam crescimento da produção industrial de 0,5% no primeiro semestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano anterior. Já na comparação dos últimos 12 meses, foi registrada queda de 1,9% em junho.

 

 

As horas trabalhadas na produção industrial recuaram 3,3%, o emprego teve queda de 3,9% e a massa real de salários encolheu 3,5%, segundo a CNIArquivo: Agência Brasil

Balança comercial brasileira tem melhor julho da história

Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 6,3 bilhões em julho. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. O saldo positivo supera o recorde de julho de 2006, quando a balança ficou positiva em US$ 5,659 bilhões.

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. De janeiro a julho deste ano, a balança acumula superávit de US$ 42,5 bilhões. O valor também é o maior da história, superando o recorde de US$ 28,2 bilhões registrado de janeiro a julho de 2016.

O governo elevou de US$ 55 bilhões para mais de US$ 60 bilhões a estimativa de superávit da balança comercial para 2017. Caso se confirme, o resultado será o maior anual da série histórica, superando o saldo positivo recorde de US$ 47,5 bilhões verificado em 2016.

O principal motivo para o bom desempenho da balança neste ano é o crescimento dos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional). Também aumentaram os volumes exportados de alguns produtos.

A balança comercial tem superávit quando as exportações (vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior) superam as importações (aquisições de produtos e serviços no exterior).

No mês de julho, as exportações brasileiras ficaram em US$ 18,769 bilhões, superando os US$ 12,471 bilhões em importações. As exportações cresceram 14,9% em relação a julho de 2016, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Ante junho deste ano, houve queda de 5,1% sob o mesmo critério.

As importações, por sua vez, aumentaram 6,1% na comparação com julho do ano passado e caíram 1% em relação a junho deste ano, também segundo o critério da média diária.

 

Destaques

 

Em julho cresceram as exportações de itens básicos (19%), manufaturados (12,6%) e semimanufaturados (8,7%). Entre os itens básicos, foram destaque as vendas de milho em grão (alta de 93,7% na comparação com julho de 2016), minério de cobre (88,2%), petróleo bruto (72%), carne bovina (38,5%), minério de ferro (18,2%) e carne suína (10%).

Nos manufaturados, produtos como óleos combustíveis (273,3 %), tratores (91,7%), máquinas para terraplanagem (83,4 %) e automóveis de passageiros (69,7 %) puxaram a alta das exportações. Entre os semimanufaturados, cresceu a exportação de itens como óleo de soja bruto (94,4 %) e semimanufaturados de ferro e aço (60,1%).

Nas importações, cresceu a compra de combustíveis e lubrificantes (57,3 %), de bens intermediários (6,8%) e de bens de consumo (3,4%). Por outro lado, caiu a aquisição de bens de capital (22,7%) .

 

Governo cita perda de R$ 78 mi por dia sem reajuste na gasolina

Alta de R$ 0,41 por litro de gasolina e de R$ 0,21 por litro de diesel estava em vigor desde sexta-feira.

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Com mercado em alta, rede de diaristas e mensalistas busca investidores em Minas Gerais

A expectativa da Mary Help é conquistar 05 novos franqueados no estado

Em meio à recessão econômica que o país enfrenta, muitos brasileiros estão apostando no negócio próprio. Para aqueles que ainda não sabem por onde começar e muito mesmo em que investir, as redes de franquias podem ser uma excelente opção já que o mercado está em alta.

De acordo com os dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), no passado, o setor de franchising teve um crescimento de 8,3%, representando um faturamento total de R$ 151,24 bilhões.

A pesquisa ainda revela que a região sudeste com 71% representa o maior número de redes franqueadoras do país. Diante dessa realidade, a Mary Help, primeira rede de diaristas e mensalistas do Brasil com unidades que administram equipes próprias para serviços em residências e empresas, pretende conquistar 5 novos investidores em Minas Gerais. A rede conta com 67 unidades franqueadas espalhadas por todas as regiões do país e espera chegar até o final do ano com 100 unidades em funcionamento.

Além do crescimento do Franchising, uma das vantagens de se tornar um franqueado da Mary Help é o fato de que a região está atraindo muito o ramo de limpeza. Segundo dados da ABF (Associação Brasileira do Franchising), o Sudeste representou no ano passado 68% do mercado de limpeza e conservação e foi a região com maior taxa de crescimento no setor.

Mesmo com o mercado em alta, a Mary Help prioriza sempre o crescimento sólido, para assim oferecer aos franqueados todo o suporte necessário. A empresa fechou no ano passado com um faturamento de R$ 20 milhões, mostrando que o setor é altamente promissor.

“Há muitas redes de franquia que visam o crescimento rápido, negligenciando o bom atendimento aos franqueados e aos clientes das unidades.  Essas redes iniciam seus negócios sem ter uma loja piloto e sem sequer ter experiência na área.  O resultado disso é um “voo de galinha”, ou seja, a rede cresce muito e depois tem uma grande quantidade de unidades fechadas.  Durante seis anos de existência, a Mary Help nunca deixou de se aperfeiçoar e evoluir, com equilíbrio e qualidade”, conclui José Roberto Campanelli, diretor da marca.

Para os interessados, a franquia pode ser adquirida com um investimento a partir de R$40 mil. O prazo de retorno costuma variar entre 12 a 14 meses e seu faturamento pode chegar a mais de R$150 mil mês.

Para mais informações acesse:http://www.maryhelp.com.br/home




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